Esta semana acompanhamos a divulgação de como serão os detalhes do empréstimo que o Brasil fará ao FMI. Nosso país disponibilizará até 4,5 bilhões de dólares (dos 203 bilhões que temos em reservas) para ser emprestado pelo FMI a outros países.
A nação brasileira está passando por profundas transformações e uma delas é cultural. Nosso presidente está nos “ensinando”, através de exemplo, qual deve ser nossa postura. Pegar dinheiro emprestado é um cultura e nem sempre uma necessidade. Um provérbio que não sai da minha cabeça quando penso nesse assunto é que: “O rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta.*” Mais de 3 mil anos atrás uma pessoa escreveu: “Pois o SENHOR, o seu Deus, os abençoará conforme prometeu, e vocês emprestarão a muitas nações, mas de nenhuma tomarão emprestado. Vocês dominarão muitas nações, mas por nenhuma serão dominados.**”
A escravatura foi abolida há muito tempo, mas a escravidão não deixou de existir. O domínio está nas mãos daqueles que têm recursos e o Brasil, por pior que o brasileiro pense que ele esteja, já dá sinais claros de que será o primeiro país a colocar a cabeça para fora da crise e “puxar” o planeta em direção a um novo ciclo de crescimento. O que precisamos é ter brasileiros com uma nova mentalidade de crescimento e prosperidade baseada em princípios dignos.
De que lado você vai querer estar? Dos que têm para emprestar, ou dos que pegam emprestado?
*(Provérbios 2:7 - NVI)
**(Deuteronômio 15:6 - NVI)